E lá vão dois

Agradeço a todos a participação e observação neste blog, mas tal como o antecessor, pifou....
mas, poderão continuar a seguir-nos em
«Curiosa Lusitânia», pelo menos até que lhe aconteça o mesmo..., altura em que novo blog nascerá.
Até lá... e obrigado pela companhia...

José Cândido Menezes

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A SOCIÓLOGA LOIRA...



Durante uma representação teatral, um ventriloquo e seu boneco “Zequinha”, contava todo o seu reportório de piadas sobre loiras..
De repente, uma loiraça levantou-se e começou a discursar: «Já ouvi o suficiente das suas piadas, denegrindo as loiras, seu idiota. O que o faz pensar que pode estereotipar dessa forma as mulheres? O que têm a ver os atributos físicos duma pessoa com o seu valor como ser humano? São indivíduos como você que impedem que as mulheres como eu sejam respeitadas no trabalho e na sociedade, que nos impedem de alcançar o pleno potencial como pessoas. Por sua causa e por causa das pessoas da sua laia, perpetua-se a discriminação, não apenas contra as loiras, mas contra as mulheres em geral… tudo em nome dum pseudo bom humor!»
Perplexo e envergonhado, o ventriloquo começou a desculpar-se: “Minha senhora, eu ganho a vida com isso. É o meu trabalho. Não foi essa a minha intenção…”
A loira, raivosa, interrompe: «Não se meta, caro senhor! Estou a falar com esse desprezível rapazinho que está sentado na sua perna..!”
Como se pode depreender, houve um ligeiro equívico daquela loiraça que, na sua vida profissional era efectivamente socióloga. Possivelmente, lia demasiado pouco, o que me recorda uma outra história sobre um casal que foi de férias rurais, perto dum rio rico em trutas.
Ele, gostava de pescar e a mulher adorava ler.
Uma bela manhã, o marido regressa da pesca, que durou algumas horas e resolve bater uma soneca.
Apesar de não conhecer bem o rio, a mulher decide pegar no barco que o marido alugara e remar até um local sossegado, longe da vista de curiosos, e ler a bordo, num recanto do rio.
Rema durante uns minutos, lança ao fundo a âncora, pega no livro e começa a ler.
Absorvida pela leitura, não se apercebe da chegada dum guarda ambiental ou florestal… que no seu barco se aproxima até se colocar a lado da mulher, dizendo:
“Bom dia, minha senhora. Que está a fazer?”
«Estou, como pode ver, a ler um livro (pensando que era tão óbvio…)
“Bom, é que a senhora está numa área restrita, onde é proibida a pesca”.
«Sinto muito, senhor guarda, mas não estou a pescar, estou a ler!»
“Sim.., mas, a senhora tem todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento. Se não sair daí imediatamente, terei que a multar…”
«Se tentar fazer isso, terei de o acusar de assédio sexual!»
“mas… nem sequer lhe toquei”, diz o guarda…
«É verdade, mas o senhor tem, penso, todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento!»
“Tenha um bom dia, minha senhora” – diz ele, indo embora.
Moral da história:
‘Nunca se deve dicutir com uma mulher que lê pois. certamente, ela pensa!’

(Enviado por um Amigo)

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